sexta-feira, 20 de abril de 2018

Curva de Lorenz e Coeficiente de Gini

1. Observando a imagem do extinto DPP aquirefere como evoluiu a repartição do rendimento em Portugal no período 1990-95.
Em Portugal entre 1990 e 1995, segundo a imagem, a repartição do rendimento ficou mais desigual, pois a curva de 1990 está mais perto da linha de 45º do que a curva de 1995. A linha de 45º equivale a uma repartição perfeita do rendimento.

2. Considerando a distribuição de rendimentos nos países C e D:
Ficheiro de ajuda
a) Calcula o rácio S80/S20;

b) Constrói o Gráfico com as Curvas de Lorenz;



c) Calcula os Coeficientes de Gini.

3. Interpreta os valores obtidos nas alíneas do ponto anterior.
A riqueza no país C dos 20% mais ricos é 8,38 vezes maior que a riqueza dos 20% mais pobres.
A riqueza no país D dos 20% mais ricos é 58,58 vezes maior que a riqueza dos 20% mais pobres.
Tanto com estes valores como no gráfico podemos observar que o país C tem uma melhor repartição dos rendimentos, porque no gráfico encontra-se mais próximo da curva de igualdade absoluta.


4. Constrói uma tabela com os Coeficientes de Gini para 10 países da UE, considerando os dados de 2005-2015. Comenta a posição de Portugal relativamente aos restantes países que seleccionaste.
Portugal é o 3º país com maior coeficiente de Gini, portanto significa que é o 3º país com pior distribuição dos rendimentos nesta tabela.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Repartição pessoal dos rendimentos: Leque salarial e Rendimento per capita

1. Aponte algumas razões que podem conduzir a uma repartição do rendimento injusta, mesmo num mercado eficiente.
Mesmo num mercado eficiente a maior parte da população só tem uma fonte de rendimento, o salário.

2. Distinga o rendimento pessoal do rendimento pessoal disponível.
Rendimento pessoal é a soma dos rendimentos primários e secundários
Rendimento pessoal disponível é o rendimento pessoal - impostos diretos - contribuições sociais

3. Considerando uma nova distribuição do rendimento, calcula nos 3 países:


a) A percentagem do Rendimento Nacional que cabe ao trabalho (Repartição Funcional do Rendimento);

b) Quantas vezes o salário máximo é maior que o salário mínimo (Leque salarial);

c) Em que país o rendimento se encontra melhor distribuído? (considerando todos os rendimentos, ie., a Repartição Pessoal do Rendimento);

d) O Rendimento per capita.


e) Comente os resultados obtidos nas alíneas acima.
  No gráfico A podemos observar que o país com melhor distribuição de rendimentos é o país 1 e o com pior distribuição de rendimento é o país 3, o país 2 encontra-se numa situação intermédia mas mesmo assim o rendimento é maior no trabalho
  No gráfico B podemos observar que no país com melhor distribuição do rendimento é onde os salários mínimo e máximo são os mais elevados (país 1) e o contrário no país com pior distribuição de rendimento (país 3). No País 1 o leque salarial é de 1/1,125 ou seja um salário máximo corresponde a 1,125 salários mínimos, no país 2 o leque salarial é de 1/1,48485, ou seja um salário máximo corresponde a 1,48485 salários mínimos, no país 3 o leque salarial é de 1/1,6 , ou seja um salário máximo corresponde a 1,6 salários mínimos.

4. Refira três limitações do Rendimento per capita.
Não indica como é a distribuição do rendimento, economia não registada e ignora as diferenças de preços

5. O EuroStat, calculando o Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, já pretende responder a uma das limitações do Rendimento per capita. Qual? Justifique.
Independentemente da distribuição que o país faz do rendimento o rendimento per capita será igual (ou seja, oculta a distribuição do rendimento) .

6. Publica um gráfico com os valores do Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, para 10 países contrastantes (5 dos + ricos e 5 dos + pobres). Comenta o gráfico.

Os países mais ricos em 2016 são: 1º Luxemburgo, 2º Suiça, 3º Alemanha, 4º Noruega, 5º Áustria
Os 5 países mais pobres são: 1º Bulgária, 2º Letônia, 3º Grécia, 4º Estónia , 5º Polónia

A Alemanha e a Noruega passaram a Áustria, em 1º esteve sempre Luxemburgo

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Repartição funcional dos rendimentos parte 2

5. Organizaram-se os países da União Europeia em dois grupos contrastantes em termos dos ratings da dívida soberana:
  • Grupo Resgatados
    Portugal (ainda lixo para a Moody's)
    Itália (ainda lixo para a Moody's)
    Grécia (lixo para qualquer agência de rating)
    Espanha (recentemente era lixo)
  • Grupo AAA ou quase
    Alemanha
    Suécia (Sweden)
    França
    Reino Unido
a) Indica a percentagem do PIB que cabe ao trabalho em cada país, utilizando os valores que se observam no Gráfico interactivo em 2016. 
Portugal - 44,4%
Espanha - 47.3%
Itália - 39.8%
Grécia - 33.6%
Alemanha - 51.1%
Suécia - 47%
França - 52.3%
Reino Unido - 49.5%

b) Relaciona a repartição funcional do rendimento com o desenvolvimento dos países.

Num país desenvolvido a repartição funcional do rendimento é maior no trabalho do que no capital, assim os trabalhadores têm maiores salários e têm acesso a bens melhores. Nos países menos desenvolvidos a repartição funcional do rendimento é maior no capital do que no trabalho.

6. Constrói com os valores disponíveis no (Quadro A.1.3.4.1 - PIB a preços de mercado na ótica do rendimento (preços correntes; anual), INE), um gráfico que mostre a evolução da percentagem das remunerações relativamente ao PIB, ie., a repartição funcional do rendimento actualizando este.

a) Comenta a tendência que observas na repartição funcional do rendimento no período em análise.
O trabalho em 1995 era de 47%, agora em 2017 é de 44%, a repartição dos rendimentos está cada vez mais desigual, ou seja o rendimento é maior no capital do que no trabalho e a tendência de 1995 até 2015 tem sido a redução do rendimento no trabalho e a tendência a partir de 2017 é de continuar a aumentar como começou a acontecer em 2015. Em 2008 e 2009 a tendência foi contrariada devido a uma crise que fez com que o PIB cai-se acentuadamente ( se o PIB diminuir a fração tem um peso maior ), logo o valor da fração foi maior, mas a partir de 2010 a tendência voltou a ser cumprida

b) Verifica a possibilidade de em 2009, a subida da percentagem do PIB afecta ao trabalho derivar da queda do PIB.
A queda do PIB influencia a subida da % pois a % calcula-se pelo Rendimento/PIB, logo se o PIB diminuir o valor tem um peso maior.
  Em 2008 o valor era de 178.872.582 e em 2009 é de 175.448.190

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Repartição funcional dos rendimentos

1. Explicita o conceito de repartição primária dos rendimentos.
A repartição primária dos rendimentos é o que se paga pelos factores produtivos, ignorando a actividade do Estado. Ao capital cabe os lucros juros e rendas, ao trabalho cabe os salários. Os trabalhadores recebem os salários, os proprietários as rendas, os empresários os lucros e os capitalistas os juros.

2. Apresenta os cálculos efectuados para obter o salário mínimo geral mensalizado em 2018.
Para obter o salário mínimo mensalizado temos em conta os 580€ em 2018 que são pagos todos os 12 meses mais o subsidio de férias e o subsidio de natal, que dá 14 meses.

3. Refere o rendimento primário:
a) Mais comum;
Salário
b) Que cabe aos proprietários;
Rendas
c) Associado aos empréstimos;
Lucros
d) Mais incerto.
Lucro

4. Calcula o juro resultante de uma aplicação de 500€ durante 5 anos, à taxa de juro (TANB) de 4%, pagando IRS à taxa de 28%.
NOTA: Apresenta os respectivos cálculos e a imagem obtida no Portal do Cliente Bancário

500*0.04*5=100
100*28%= 28

100 - 28 = 72 -» juro liquido
500 + 72 = 572
4%*(1-28%)  0,04*(1-0,28)     0,04*0,72=0,0288=2,880%


terça-feira, 10 de abril de 2018

A actividade produtiva e a formação dos rendimentos

1. Refere duas medidas políticas propostas pelo RDH2015 tendo em vista a redução das desigualdades de oportunidades
  • Fomento da participação nos lucros e da participação no capital por parte dos trabalhadores. A partilha dos lucros com os trabalhadores e a possibilidade de estes adquirirem ações nas empresas ajudaria a diminuir as desigualdades de rendimento.76 
  • Adoção e aplicação de políticas distributivas adequadas. Entre essas medidas poderiam incluir-se impostos progressivos sobre os rendimentos e a riqueza, regulamentos para reduzir a extração de rendas, uma regulamentação mais estrita (em especial das finanças) e despesas públicas direcionadas para as populações pobres. 
2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
O seu valor seria 1, pois para calcular o racio S80/S20 divide-se o rendimento dos 20% mais ricos pelo rendimento dos 20% dos mais pobres o que dá 1.
3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento.
Quanto meror o rácio S80/S20 num país significa que o desenvolvimento é maior pois a repartição dos rendimentos é mais equilibrada , o mercado é mais dinâmico, logo as empresas podem vender mais.

4. Distingue rendimento de riqueza.
O rendimento é um fluxo porque mede-se ao longo do tempo enquanto que a riqueza é um stock.

5. Distingue riqueza de capital. 
A riqueza é um stock e o capital é a riqueza aplicada num processo produtivo para gerar maior riqueza.

6. Distingue rendimento de transferência. 
O rendimento é o pagamento do trabalho, ou seja, recebemos porque merecemos pelo trabalho feito.
A transferência é dinheiro dado por dar, ou seja, não é pagamento do trabalho mas sim um subsidio.

7. Relaciona valor acrescentado com rendimento. 
O valor acrescentado é o valor dos outputs menos o valor dos inputs, e que é usado para pagar os fatores produtivos que participaram na produção. O rendimento do empresário é o valor restante do valor acrescentado após o pagamento dos fatores produtivos.

8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
A desigualdade na repartição dos rendimentos e desfavorável para as empresas porque as empresas produzem e precisam de  compradores com a desigualdade na repartição dos rendimentos nem todos conseguirão ter acesso a esse produto.

9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
As qualificações profissionais

10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais;
Quanto maior for a qualificação do individuo, mais rendimento ele terá, pois poderá frequentar cargos melhores;
b) Anos de experiência;
As pessoas com mais experiência, como já fazem aquilo à mais anos, sabem como o fazer melhor e mais rápido, logo o individuo pode exigir mais.
c) Diferencial de compensação (poder de atracção das profissões);
Quando uma profissão é menos atrativa, como por exemplo limpar janelas dos hotéis, o trabalhador exige mais pois esse trabalho é mais arriscado que o de um porteiro
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes. 
Em cada grupo o trabalho fica mais escasso porque cada individuo só pode frequentar um carreira por exemplo um professor de PT não pode fazer concorrência com um professor de Economia, como em cada grupo o trabalho é escasso os salários são maiores

terça-feira, 13 de março de 2018

Preços e Mercados – Exames 2012-14 e 2017




Acima dos 3, há excesso de oferta, por isso não conseguem vender a quantidade desejada e há descontentamento do vendedor 
Abaixo dos 3, há excesso de procura, por isso os consumidores não conseguem adquirir a quantidade desejada e há descontentamento do consumidor


O monopolista é o mercado


Há excesso de oferta - os produtores baixam os preços para poder vender os produtos em stock

O processo foi a redução do preço e o aumento da procura e uma das razões pode ser o progresso tecnológico, porque com o avanço da tecnologia podemos produzir em maior quantidade e aumentar facilmente a oferta.





quinta-feira, 8 de março de 2018

estruturas do mercado

1. Observando a tabela de Francisco Pereira de Moura distingue concorrência pura de monopólio.
Na concorrência pura, o número de empresas a vender o bem é elevado, são de pequena dimensão e o seu produto é similar enquanto no monopólio o mercado é único, existe apenas um vendedor e vários consumidores. No monopólio o produtor tem poder no mercado enquanto que na concorrência pura as empresas são aceitantes dos preços por serem de pequena dimensão
2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.
As empresas vendem um produto padronizado, (homogéneo ou indiferenciado)
As empresas são aceitantes de preços, isto é nenhuma tem poder para os influenciar. Designa-se por atomicidade o conjunto.
Os fatores de produção são perfeitamente variáveis ao longo do prazo
As empresas e os consumidores tem informação perfeita
3. Critica cada uma das quatro hipóteses acima lendo o texto de Robert Frank.
"As empresas vendem um produto padronizado, (homogéneo ou indiferenciado)" - quando uma empresa aumenta o preço de um bem homogéneo os consumidores deixam de o consumir e procuram um bem semelhante mais barato. No caso do café se o vendedor aumentar o preço do café, rapidamente o consumidor irá a outro café cujo o preço seja mais baixo.
"As empresas são aceitantes de preços" - isto é nenhuma tem poder para os influenciar devido à sua pequena dimensão. Designa-se por atomicidade o conjunto.
"Os fatores de produção são perfeitamente variáveis ao longo do prazo" - se o individuo tiver um determinado trabalho recebendo x. Se num outro trabalho pagarem mais o individuo está disposto a mudar.
"As empresas e os consumidores tem informação perfeita" - o mundo é de tal modo complexo que existirão inevitavelmente aspetos relevantes que se encontram suficientemente escondidos.
4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolística associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B cuja curva da procura se apresenta. Justifica a resposta com Richard Lipsey.
A - Concorrência monopolista- se o preço aumentar um pouco os consumidores não deixaram de o consumir
B - Concorrência perfeita: se o preço aumentar um pouco os consumidores deixam de consumir esse bem trocando-o por outro.

terça-feira, 6 de março de 2018

Elasticidade da procura

1. “Qualquer variação da curva da oferta tem efeitos muito diversos que dependem da inclinação da curva da procura.”
Observando as Figuras 10.1 I e II, a primeira com uma procura elástica, a segunda com uma procura rígida, verifica em qual das situações os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta. Justifica.
A situação onde eles se adaptariam melhor é na 1ª porque o preço varia pouco e a quantidade varia muito e assim o consumidor tem mais facilidade em adaptar-se a esse novo preço

2. Observa as Figuras 10.2. I e II. Explica porque razão será enganador abordar a questão das elasticidades a partir da representação gráfica das curvas.
A escala do preço e da quantidade são diferentes mas os gráficos representam a mesma curva. No primeiro gráfico a escala é de 10 em 10 no preço e de 100 em 100 na quantidade, enquanto no gráfico 2 a escala do preço é de 5 em 5 e da quantidade é de 200 em 200

3. Explica porque razão a sensibilidade da oferta e da procura a variações de preços não se deve medir com valores numéricos absolutos, sendo mais elucidativo saber as percentagens de variação dos preços dos vários artigos.
Não se deve medir com valores numéricos porque a propiedade do preço varia de produto para produto, por exemplo um carro que custe 10000€ e aumentar 10€ de preço, os 10€ não fazem muita diferença, pois aumentou 0,1%, enquanto um chocolate que custe 10€, se aumentar 10€ já se sente uma diferença, pois o preço aumentou 100%

4. Apresenta a definição formal de elasticidade procura-preço.
A elasticidade procura-preço relaciona a variação da quantidade procurada de um bem com respetiva variação dos preços. Se a variação da quantidae procurada aumentar (diminuir), então a variação dos preços diminui (aumenta), porque a curva da procura tem declive decrescente.

5. Justifique o valor negativo da elasticidade procura-preço recordando a relação da curva da procura.
Quando uma variação do preço é negativa, obrigatoriamente a variação da quantidade é positiva, porque a quantidade e o preço variam inversamente.

6. Se os preços subirem, qual será o seu impacto sobre a procura no caso de a elasticidade procura-preço ser:
a) Perfeitamente rígida (e=0);
O volume da procura não varia com as variações do preço
b) Rígida (0 < e < 1);
O volume da procura varia, mas em percentagem menor que o preço
c) Unitária (e=1);
O volume da procura varia em percentagem igual ao preço
d) Elástica (1 < e < infinito);
O volume da procura varia em percentagem superior ao preço
e) Perfeitamente elástica (e=infinito).
Os compradores adquirem todosos produtos que apareçam no mercado a um certo preço. Se o preço subir ligeiramente deixam de o comprar

7. Classifica a elasticidade procura-preço de curvas da procura com a configuração de uma:
a) recta vertical;
Procura perfeitamente rigida
b) recta horizontal;
Procura perfeitamente elástica
c) hipérbole.
Procura unitária

8. Que interesse terá para uma empresa monopolista conhecer a elasticidade procura-preço do seu mercado?
O monopolista pode saber o ponto exato onde a receita é mais rentável

9. Distinga bens de luxo de artigos de primeira necessidade recorrendo à elasticidade procura-preço.
Se aumentar o preço do pão de um certo sitio, nós imediatamente vamos comprar pão a outro sitio pois o pão é um bem de primeira necessidade. Se o preço do carro de uma certa marca aumentar, nós podemos esperar que ele desça pois o carro é um bem de luxo.

10. Define elasticidade procura-rendimento.
A elasticidade procura-rendimento é a variação da quantidade procurada de um bem com a variação do rendimento dos compradores

11. Distingue bens normais de bens inferiores utilizando a elasticidade procura-rendimento.

12. Interpreta o significado de a elasticidade procura-rendimento ser maior que zero e menor que um.

13. Apresenta a definição de elasticidade cruzada.

14. Recorrendo à elasticidade cruzada, caracteriza:
a) bens substitutos (sucedâneos);
b) bens complementares;
c) bens independentes.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Teoria elementar dos preços

1. Define preço de equilíbrio.
O preço equilíbrio é quando a quantidade oferecida é igual à quantidade desejada.

2. Por que razão há somente um ponto onde o volume da procura é igual ao volume da oferta?
Pois a curva da procura é decrescente e a curva da oferta é crescente

3. Define excesso da oferta.
Há excesso de oferta quando a quantidade oferecida é maior que a quantidade desejada

4. Define excesso da procura.
Há excesso de procura quando a quantidade procurada é maior que a quantidade oferecida

5. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
Os produtores baixam o preço para vender mais e não deixar bens em stock
b) compradores
Os compradores conseguem/podem adquirir a quantidade desejada

6. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
Aumenta os preços e a quantidade produzida é maior
b) compradores
os compradores não conseguem adquirir a quantidade desejada porque a quantidade oferecida é menor pois os produtores produzem menos que o desejado

7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
- o aumenbto do rendimento
- o aumento do preço de um bem sucedâneo
- baixa de preço de um complementar
- mudança de gosto em favor desse produto
b) uma redução da procura
-dimunuição do rendimento
- diminuição do preço de um bem sucedâneo
- subida do preço de um complementar
- mudança dos gostos a desfavor desse produto

8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
- progresso tecnológico
- baixa no preço de outros artigos
- baixa de preços dos fatores de produção utilizados na fabricação do produto
b) uma redução da oferta
- retrocesso na tecnologia, o que é improvável
- aumento no preço de outros produtos
- aumento de preço dos fatores de produção utilizados na fabricação do bem
- certos tipos de mudanças nos objetivos dos produtores

9. Ilustra no Paint - grava a imagem no ambiente de trabalho e carrega-a para o teu blogue - a "lei" da oferta e da procura correspondente aos seguintes casos:

II - Diminuição da procura;

III - Aumento da oferta;

IV - Diminuição da oferta.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Teoria elementar da procura

1. Distingue volume da procura de quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
A quantidade desejada de um bem que os consumidores desejam comprar chama-se volume da procura. A quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida designa as compras reais.

2. “O volume da procura é um fluxo”. Explicita o significado desta afirmação.
O volume da procura é um fluxo, pois isso ocupa-se de um fluxo continuo de compras e não de uma compra única.

3. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura. 
As variáveis de que depende o volume da procura são; os preços de mercado desse produto,  Os gostos e preferências das famílias, pelo montante do seu rendimento e pelos preços dos outros produtos .

4. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.
Quando os preços aumentam o volume procura diminui, pois as pessoas desejam uma menor quantidade desse bem, quando os preços diminuem o volume da procura aumenta, pelo facto de que as pessoas desejam uma maior quantidade desse bem, devido à diminuição do seu preço. Em suma quando os preços sobem as pessoas procuram menos, quando os preços descem as pessoas procuram mais.

5. Explica como se chega à curva da procura a partir da função procura.
Chega-se à curva da procura de um produto através da sua função de procura, admitindo o rendimento,os gostos e todos os outros preços mantêm-se constantes, e a quantidade e o preço desse bem são os únicos fatores em que o seu número variam.

6. Interpreta a inclinação descendente da curva da procura.
A inclinação decrescente diz que quanto menor forem os preços maior é a quantidade procurada pelas famílias.

7. Descreve o efeito ilustrado na curva da procura agregada (AD), quando se passou do ponto (P1, Y1) para (P2, Y2).
Se um individuo desejar um bem por um certo preço essa curva é a curva da procura individual. Se a curva da procura for igual para 800 pessoas então conseguimos 800x esse bem pelo mesmo preço


8. Identifica a situação e descreve um possível efeito ilustrado em cada uma três imagens abaixo.
Na 1ª imagem como ouve um aumento do rendimento então as pessoas desejaram consumir mais esse bem originando o aumento da procura
Na 2ª imagem houve um aumento do preço e diminuição da procura, por isso as pessoas passaram a consumir menos esse bem o que originou uma variação na procura
N 3ª imagem o com a diminuição do rendimento as pessoas passaram a consumir menos esse bem o que originou uma redução na procura.

 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O mercado na sociedade moderna

1. Desenha o circuito económico representando os fluxos que se estabelecem nos mercados de Bens&Serviços e de Factores Produtivos, entre os agentes económicos Famílias e Empresas. 

2. Apresenta uma definição de mercado.
O mercado é o sitio onde consumidores trocam o seu dinheiro para a obtenção de bens que são produzidos pelos produtores. Assim podemos dizer que o mercado é um ambiente de fluxos real e monetário. É onde os vendedores e compradores interagem.

3. Referindo o truque dos incentivosexplica o comportamento no mercado dos:
a) consumidores;
Os consumidores, quando querem um bem, lutam por esse bem oferecendo mais dinheiro pelo bem que desejam, fazendo com que o preço suba.
b) produto
Se os preços dos produtos aumenta, esses produtos tornam-se mais lucrativos, logo os empresários teram mais interesse em produzir.

4. Define eficiência no contexto do mercado.
A eficiência do mercado é quando os produtores produzem o que melhor sabem fazer, trocando por outros bens que mais gosta. Não podemos melhorar a situação de alguém sem prejudicar a situação de outros.

5. Indica:
a) os factores produtivos;
Trabalho, terra, capital e iniciativa empresarial
b) os rendimentos;
juros, rendas e salários
c) os agentes económicos;
famílias e empresas
d) os mercados. 
mercado de produtos e mercado de fatores

6. Descreve no circuito económico, a relação entre:
a) Bens & Serviços / Despesas de Consumo ;
As famílias compram bens e serviços ao mercado de produtos, em troca de despesas de consumo
b) Recursos ou Factores Produtivos / Rendimentos;
Ao vender factores produtivos ás empresas as famílias recebem os custos das empresas
c) Bens & Serviços / Receitas (das Empresas);
Vendem bens e serviços e recebem a respectiva receita da venda dos produtos
d) Recursos ou Factores Produtivos / Custos (das Empr
Os custos das empresas são os fatores produtivos que as empresas adquirem do mercado de fatores


7. Refere três situações como dificuldades de funcionamento ou falhas do mercado.
Comprar um produto que não se queira, pagar demasiado por ignorar uma descida de preços ao lado